Dr. Sam Parnia apresenta o projecto AWARE nas Nações Unidas

Sam-ParniaForam feitas referências aos estudos e intervenções do Dr. Sam Parnia no trabalho publicado AQUI, neste mesmo blogue. Já passou bastante tempo desde o momento em que divulguei o teor da conferência de imprensa feita pelo mesmo nas Nações Unidas deste importantíssimo projecto que consagra, ao mais alto nível, a importância crescente que é atribuída pela comunidade científica ao estudo das Experiências de Morte Iminente (EMI/NDE).

O projecto AWARE, palavra que significa “desperto” ou “ciente”, e que é retirado da expressão “AWAreness during REsuscitation” (“desperto durante a ressuscitação”), é o primeiro estudo lançado pela “Human Consciousness Project” liderado pelo Dr. Sam Parnia, especialista de renome no estudo da mente humana e da consciência durante a morte clínica, juntamente com o Dr. Peter Fenwick e os professores Stephen Holgate e Robert Peveler da Universidade de Southampton. A equipa está a trabalhar com mais de 25 dos principais centros hospitalares da Europa, Canada e Estados Unidos. Durante o projecto, a equipa de médicos irá usar as mais avançadas tecnologias para estudar o cérebro e a consciência durante a paragem cardíaca. Ao mesmo tempo irão comprovar a validade das Experiências Fora do Corpo (OBE) e os testemunhos das pessoas que afirmam ter mantido a capacidade de ver e ouvir durante os momentos críticos dessa situação e de um ponto de visão elevado. O projecto AWARE será complementado pelo estudo a levar a cabo pela BRAIN-1 (Brain Resuscitation Advancement International Network – 1), que investigará as paragens cardíacas e bem assim o funcionamento cerebral e fisiológico, procurando melhorar os respectivos cuidados médicos. Os estudos são financiados pela UK Resuscitation Council, pela Horizon Research Foundation, e pela Nour Foundation dos Estados Unidos da América.

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Sam Parnia 
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O Dr. Sam Parnia é um dos maiores especialistas mundiais em estudos científicos sobre a morte, o estado da mente humana e experiências de quase-morte.
Divide a sua actividade académica entre as pesquisas nos hospitais do reino Unido e a Cornell University, em Nova Iorque. Fundou o Consciousness Research Group, na Universidade de Southampton.
Lidera um estudo académico verdadeiramente inovador, em colaboração com vários centros médicos em todo o mundo, cuja finalidade é descobrir cientificamente o que acontece quando morremos.
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Publicado numa das muitíssimas páginas do site da “Horizon Research Foundation” da qual é presidente, podemos ler uma sua declaração, que me atrevo a traduzir, em parte: 

“…Hoje em dia, a maior parte dos cientistas adoptaram uma visão monista (doutrina ou teoria segundo a qual há unidade das forças da natureza e a realidade se reduz a um princípio único) do problema do cérebro e da mente humana, argumentando que estes, tal como a consciência e a pessoa em si não passam de produtos derivados da actividade electro-química no interior do cérebro apesar da falta de provas científicas ou mesmo explicações biológicas plausíveis de como o cérebro poderá conduzir ao desenvolvimento da mente e da consciência.

Esta questão fez com que vários destacados investigadores, tais como Sir John Eccles, Prémio Nobel em Fisiologia e Medicina no campo da neurofisiologia, tivessem proposto uma visão dualista do problema, com base na ideia de que a mente humana e a consciência podem realmente constituir uma entidade distinta e separada do cérebro.

Recentemente, diversos estudos científicos desenvolvidos por investigadores independentes descobriram que 10 a 20 por cento das pessoas que registaram paragens cardíacas relataram processos de pensamento lúcido e bem estruturado, raciocínio, memórias e até detalhes vividos durante essas mesmas paragens cardíacas.

O que faz com que essas experiências sejam notáveis é que, enquanto que o estudo do cérebro durante as paragens cardíacas demonstrou de forma concreta que não existe actividade cerebral durante as mesmas, essas pessoas relataram percepções detalhadas que parecem demonstrar a presença de um elevado nível de consciência durante os períodos em que cessara a actividade mensurável de actividade cerebral.

Factos que sugerem que a mente humana e a consciência podem de facto funcionar, mesmo quando se lhe podem aplicar integralmente os critérios demonstrativos da morte biológica, incluindo a cessação da actividade cerebral…”
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 A DEMONSTRAÇÃO CIENTÍFICA DA EXISTÊNCIA DO ESPÍRITO 
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As ferramentas estatísticas deste blogue mostram um interesse consistente na personalidade e nas investigações do Dr. Sam Parnia, relativas às quais – sem medo de infringir regras estritas de raciocínio científico de quem não desempenha essas ilustres funções – ouso chamar “a pesquisa deliberada e a demonstração científica da existência do ESPÍRITO”!…
Se os estudos da doutrina espírita são fundamentalmente importantes (a seu modo e segundo a sua fundamentada cientificidade) para demonstrar a existência real e concreta desse mesmo ESPÍRITO, bom é que os cientistas cumpram a sua parte na fundamentação racionalmente aceitável, pelos mais cépticos dos cépticos e pelos mais agnósticos dos agnósticos, da aceitação desse facto – para nós perfeitamente intuitivo e cosmicamente evidente.
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Para os cientistas materialistas e cépticos vai ser preciso avançar ainda mais alguns milhões em estudos de diversa natureza, para demonstrar uma coisa que qualquer alma simples, dotada da elementaríssima percepção sensível já muito bem sabe e que o património das mais formidáveis percepções da humana sensibilidade já domina, pelos séculos dos séculos, como realidade intuitiva.

Incluindo, como dotes inerentes das almas, os multifacetados horizontes em que se desdobra o prodígio da subjectividade, o génio da visão artística, a vibração do humor e da ironia, a coerência dos afectos, o sentido crítico, a capacidade da cogitação metafísica, etc.
Tudo coisas impossíveis de conseguir através dos computadores, por mais tera-giga-mega bytes de que disponham.

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Como é que pode imaginar-se que esses inesgotáveis continentes do pensamento e da inteligência criativa possam ter tido origem num simples combinado de ingredientes físico-químicos de carne mole, instalados e bem protegidos no cimo diminuto das nossas cabeças, rigorosamente por acaso da evolução das espécies?…

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Sobre espiritismo cultura

A Realidade desta e de outras vidas
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